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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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OS VEÍCULOS ECOLÓGICOS QUE PERCORREM A ZONA HISTÓRICA DE LISBOA

Mäyjo, 09.04.15

Os veículos ecológicos que percorrem a zona histórica de Lisboa (com VÍDEO)

Alfama, Sé, Costa do Castelo ou Praça do Comércio são algumas das zonas de Lisboa que fazem parte das rotas da Eco TuK Tours, uma empresa de veículos ecológicos fundada em Lisboa, há um ano, por três irmãos.

“[A empresa] nasceu da ideia de fazermos turismo sustentável na cidade de Lisboa. E isto vai ao encontro daquilo que a câmara pretende para esta zona história, a zona de emissões zero”, explicou João Túbal, um dos irmãos, ao Economia Verde.

Os veículos utilizados são silenciosos e eléctricos. Assim, o condutor tem de avisar os peões, muitas vezes, da sua passagem – pode vê-lo a fazer isso, inclusive, durante a reportagem do Economia Verde.

Por outro lado, estes veículos 100% eléctricos mostram aos passageiros os bairros mais típicos da cidade, sendo uma boa alternativa, para quem não pode fazê-lo, a andar a pé. No último ano – o primeiro da empresa -, os Eco Tuk Tours transportaram mais de quatro mil passageiros, tendo circulado cerca de 28 mil quilómetros. Ao todo, foram feitas mil viagens.

A Eco Tuk Tours prepara-se agora para aumentar a frota para seis veículos. “Cada veículo tem uma autonomia para 40 ou 50 quilómetros por dia, dependendo do peso que transportam ou das subidas que ele tem de fazer”, explicou João Túbal.

“Os carros saem da nossa garagem de manhã e no final do dia, como qualquer electrodoméstico, ligam-se à corrente e já está”, gracejou o empresário. Depois de dez horas a carregar, os veículos estão prontos para regressar às colinas de Lisboa.

Veja o episódio 232 do Economia Verde.

 

AS 15 CIDADES DO BRASIL CAMPEÃS A PERDER ÁGUA E DINHEIRO

Mäyjo, 09.04.15

agua_SAPO

Sabia que em cada 100 litros de água só 67 chegam ao destino final? É que uma boa parte da água perde-se entre a estação de tratamento e a torneira de cada uma das casas. Perde-se o líquido precioso e também o dinheiro investido em saneamento básico.

Estes dados dizem respeito ao Brasil e as perdas ascendem a €2,3 mil milhões por  ano, segundo um  estudo da organização não governamental  (ONG) Instituto Trata Brasil, realizado com base em dados do Ministério das Cidades, relativos s 2013.

O Instituto Trata Brasil identificou 100 cidades campeãs em perdas de água e dinheiro.

O Green Savers revelou as primeiras 15:

Top 15 de perdas de água no Brasil

1.Macapá, Estado de Amapá, índice de perdas na distribuição de 73,56%

2.Jaboatão dos Guararapes, Estado de Pernambuco (70,63%)

3.Porto Velho, Estado de Rondônia (70,33%)

4.Paulista, Estado de Pernambuco (67,43%)

5.Cuiabá, Estado de Mato Grosso (67,29%)

6.São Luís, Estado do Maranhão, 67,24%

7.Várzea Grande, Estado de Mato Grosso (64,35%)

8.Maceió, Estado de Alagoas (61,28%)

9.Mossoró, Estado Rio Grande do Norte (60,58%)

10.Rio Branco, Estado de Acre (60,21%)

11.Gravataí, Estado Rio Grande do Sul (59, 44%)

12.Olinda, Estado Pernambuco (57,96%)

13.Mogi das Cruzes, Estado São Paulo (56,42%)

14.Natal, Estado Rio Grande do Norte (54,99%)

15.Aracaju, Estado de Sergipe (54,77%)

Foto: Börkur Sigurbjörnsson / Creative Commons

PROGRAMAÇÃO MAIS INTELIGENTE DOS SEMÁFOROS PODE AJUDAR A REDUZIR AS EMISSÕES DE CO2

Mäyjo, 09.04.15

semaforos_SAPO

Os carros em marcha lenta criam emissões de gases com efeito de estufa desnecessárias. Como tal, o senso comum dita que quando menos tempo se despender no trânsito menores são as emissões. Um novo estudo do Massachusetts Institute of Technology (MIT) revela que a reprogramação dos semáforos de forma mais inteligente pode diminuir o trânsito nas grandes cidades, o que diminui as emissões de gases.

Os investigadores do MIT recorreram a um modelo simulado para aplicar uma variedade de algoritmos de forma a testar o impacto de diferentes programações de semáforos no fluxo de trânsito e na eficiência energética. Para o estudo, os cientistas modelaram o trânsito de Lausanne, na Suíça, simulando o comportamento de milhares de veículos por dia, sendo que a cada dia correspondiam características e actividades específicas. Os modelos contabilizaram ainda as mudanças quotidianas no comportamento dos condutores, como a decisão de optar por um trajecto alternativo.

“A estes modelos complicados faltavam algoritmos que demostrassem como utilizar os modelos para decidir como mudar os padrões de programação dos semáforos. Através desta análise criámos uma solução que pode vir a melhorar o trânsito das cidades”, indica Carolina Osorio, investigadora principal do estudo, cita o Inhabitat.

Modelos anteriores de programação dos sinais luminosos já conseguem simular o comportamento do trânsito tanto à escala da cidade como à escala do condutor, mas outras investigações revelaram problemas inerentes a estas formas de programação dos sinais. Através do seu estudo, a equipa do MIT conseguiu criar um modelo que permite reduzir a quantidade de detalhes necessários para a realização dos cálculos dos sistemas de programação mas mantendo detalhes suficientes para fazer previsões úteis.

Actualmente, a equipa está a trabalhar num projecto em Manhattan, Nova Iorque, para testar o potencial do sistema.

Os resultados do estudo foram publicados nas revistas científicas Transportation Science e Transportation Research: Part B.

Foto: PAJ880 / Creative Commons